sábado, 23 de outubro de 2010

Cigarros e Rosas

Um café forte e frio, num quarto de hotel, naquela manhã cinza de Terça feira 15. Nada mais importa se não o café e o cigarro esquecido queimando sozinho no parapeito da janela incomodando o casal feliz do quarto ao lado.
Uma rosa,um sentimento, duas almas. O lençol de seda sendo acariciado suavemente pelo vento, a TV ligada num canal qualquer, o qual ninguem dá o minimo de atenção. É a vida, aquela que passa, aquela que chateia, aquela que diverte. Aquela rosa, ganhada com amor naquela noite de segunda feira 14, aquela rosa que com certeza morrerá, assim como o cigarro que incomoda tanto, quimando sozinho no parapeito da janela do quarto ao lado...

2 comentários:

  1. Que isso, melancólico! Doido demais! Parabéns mano.
    Quem diria que você atacaria de poeta?
    Abração.

    Passa lá Na Ponte Aérea, tá atualizado!

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  2. Sinto paz quando venho aqui no Teto Preto. O "Mp" que ás vezes esqueço que existe, eu o encontro em seus textos. Parabéns Carneiro, não pare de escrever. Forte abraço!

    Marcos Paulo

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