Uma rosa,um sentimento, duas almas. O lençol de seda sendo acariciado suavemente pelo vento, a TV ligada num canal qualquer, o qual ninguem dá o minimo de atenção. É a vida, aquela que passa, aquela que chateia, aquela que diverte. Aquela rosa, ganhada com amor naquela noite de segunda feira 14, aquela rosa que com certeza morrerá, assim como o cigarro que incomoda tanto, quimando sozinho no parapeito da janela do quarto ao lado...
Que isso, melancólico! Doido demais! Parabéns mano.
ResponderExcluirQuem diria que você atacaria de poeta?
Abração.
Passa lá Na Ponte Aérea, tá atualizado!
Sinto paz quando venho aqui no Teto Preto. O "Mp" que ás vezes esqueço que existe, eu o encontro em seus textos. Parabéns Carneiro, não pare de escrever. Forte abraço!
ResponderExcluirMarcos Paulo